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Pikachu, eu escolho você

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Uma amiga me indicou o site das http://garotasgeeks.com e por lá li muitas postagens interessantes, cheias de fotos e tutoriais. É sempre legal encontrar pessoas que compartilham dos mesmos interesses que você, melhor ainda quando se esbarra em algo legal do nada. Fuçando pelas matérias de lá, gastei umas boas horas lendo e me divertindo, até que me deparei com um tutorial ensinando a fazer um origami do pikachu, achei muito interessante apesar de não ter nenhuma capacidade artística fui lá dar uma de ninja. Comecei a fazer e ficou bem bacana, espero que vocês gostem e façam seus pikachus por ai a fora. O link do tutorial é o seguinte: http://garotasgeeks.com/wordpress/2011/11/20/tutorial-aprenda-a-fazer-um-pikachu-de-origami/

Crônicas de Eduardo – Guess I'm Fool

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Sabe, dia desses estive conversando com o Eduardo sobre araras, suas cores, penas, a imponência que elas tem ao alçar voo e a capacidade de quebrar quase qualquer coisa com seus fortes bicos. Sei que esse não é o melhor assunto para se conversar na fila da psicanálise semanal, mas conversar sobre assuntos insólitos é uma boa maneira de se tentar manter a sanidade aqui. "- Eu não gosto dessas aves, aliás, não gosto muito de todos esses animais que tem a capacidade extintiva de encontrar seus parceiros ideais tão facilmente e viver com eles até o fim dos seus tempos... invejo as aves, talvez numa próxima vida, quem sabe, eu possa voltar como uma." Explicou-me Eduardo. O amor é uma incógnita a qual sempre achei que ninguém entende, desde os primórdios da humanidade ou desde que alguém decidiu nomear essa 'coisa', até hoje não sei como um negócio aparentemente tão simples pode se tornar tão complicado. Quis saber mais da opinião dele sobre isso, em miúdos, me disse que...

"Até subir pro céu"

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O tempo pra mim certamente é uma incógnita. Dependendo de como o utilizo. As vezes ele passa tão rápido quanto uma corrida de caracóis, é justamente esse estágio que me preocupa, nele o perigo de se instalar as sensação peculiarmente desnecessária que o tédio trás são assustadoramente consideráveis. Ele também pode passar rápido, geralmente quando se está fazendo algo de divertido, o que pode ser ou não proveitoso, o tempo passa e nós passamos ele ou com ele, ainda não descobri. A questão que vem me intrigando muito esses dias é justamente o meu tempo, o que faço com ele e como posso torna-lo mais divertidamente proveitoso. A uns poucos dias, não conseguia respirar profundamente sem imaginar que estaria esquecendo de fazer alguma coisa ou ainda de que tinha tanta coisa pra fazer que já me cansava antes mesmo de começar, cada um recebe o que merece. Engraçado como as coisas mudam tão rápido. Apenas nós cabe descobrir como administrar bem essas mudanças para que elas não sejam tão cho...

Crônicas de Eduardo – Paraleleprológo

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Algo para 2011. Fazia tempo que eu não vinha aqui, eu tenho escrito várias coisas ultimamente, só não tenho tido tempo o suficiente pra transcrever para o computador, um dia desses comecei com essa história, que, bem, espero que você se divirta lendo, até breve o/ Eduardo é um cara estranho, desde sua tenra idade já recebia tal alcunha, até hoje ele não entende o que tem de mais, dele gostar de experimentar todas as comidas possíveis com ketchup, acordar de madrugada para escrever alguma coisa que sonhara, achando que daria uma boa história (e no futuro ele percebe que não passava de perda de tempo), e também, como todo mortal tem preguiça de acordar as 5:00 da manhã do dia seguinte a uma prova para ir a aula. Pobre Eduardo, já não sabe mais diferenciar o certo do errado. Se pensa demais, nenhuma ideia plausível lhe convém, se escreve de menos, não consegue ser abster de suas preocupações mundanas, pois ele já não pratica mais esportes, seu tempo é incerto, sua qualidade de vida já não...

Apenas e a penas

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Apenas palavras soltas ao vento não valem lá muita coisa, por isso que escrevo. Habilidade me falta, mas na mesma inversa proporção me vem a vontade, ou até a teimosia, se assim preferir chamar, de não desistir. Você não precisa acreditar em mim, afinal, sou apenas um rapaz latino americano sem dinheiro no bolso e todos os blá blá blás mais, metido a cronista, se preferir acredite só no semáforo, porque como já em enfatiza o vocalista do Vanguart, ele não mente. Ideias a mil e já não muito tempo para trabalhar nelas, antigos projetos me revem como verdadeiros zumbis, a única diferença é que eles não andam querendo comer meu cerebro, mas isso também não quer dizer que a minha humilde e singela massinha cinzenta não esteja correndo nenhum risco. Provavelmente é muita ousadia minha dizer que correm em minhas veias um "q" artistico, é ousadia, sei, mas fazer o que né? Nem tudo que se gosta de fazer, necessariamente quer dizer que se faça bem feito. Sou a prova viva dessa teoria....

Cinzas e Vida

“No dia mais claro Na noite mais densa O mal sucumbirá Ante à minha presença Da lanterna vem o dom da paz Para disseminar a luz Que a justiça traz Quem quer o mal tudo perde Ante ao poder do Lanterna Verde"

Arrêbaba! ou seja lá como se diz

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Eu, em todos os meus humildes e simplórios anos de vida, tenho acompanhado algumas novelas. Desde pérolas da tele dramaturgia mexicana como "Maria do Bairro", "Marimar" e "A Usurpadora" a coisas que insistem em dizer ser novelas, tais como: "Canavial de Paixões", "Os Mutantes" e "Chamas da Vida". No tempo que assisti A Usurpadora pela primeira vez, nas minhas tardes ociosas da 4º ou 5º série, no sbt, não via muitas pessoas na rua perguntando umas as outras se " o Carlinhos já ficou bom das pernxas?", mas os tempos mudam e até a inocência das novelas também. Bons tempos eram quando a coisa mais indecente que se via na tv eram as loiras/morenas/ruivas/negras do tchan balançando as mamonas e as mais medonhas eram os Ets e Chupa-cabras que se insistiam em passar no Gugu. Se eu for dizer aqui o que agora é indecente e assustador não vai caber nesse post e você, caro[a] amigo[a] leitor[a] logo desistirá de ler isso, um dos...