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Arrêbaba! ou seja lá como se diz

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Eu, em todos os meus humildes e simplórios anos de vida, tenho acompanhado algumas novelas. Desde pérolas da tele dramaturgia mexicana como "Maria do Bairro", "Marimar" e "A Usurpadora" a coisas que insistem em dizer ser novelas, tais como: "Canavial de Paixões", "Os Mutantes" e "Chamas da Vida". No tempo que assisti A Usurpadora pela primeira vez, nas minhas tardes ociosas da 4º ou 5º série, no sbt, não via muitas pessoas na rua perguntando umas as outras se " o Carlinhos já ficou bom das pernxas?", mas os tempos mudam e até a inocência das novelas também. Bons tempos eram quando a coisa mais indecente que se via na tv eram as loiras/morenas/ruivas/negras do tchan balançando as mamonas e as mais medonhas eram os Ets e Chupa-cabras que se insistiam em passar no Gugu. Se eu for dizer aqui o que agora é indecente e assustador não vai caber nesse post e você, caro[a] amigo[a] leitor[a] logo desistirá de ler isso, um dos...

Cabidela

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É fato e todos nos sabemos que tem dias que você acorda e pensa o que porra você tá fazendo da sua vida. Como também tem dias que você não vê a hora do sol nascer para você poder olha-lo e dizer "-que lindo dia". Não sou bom definidor de nada, mas considero a observação um dos meus pontos fortes, com um olhar bem desenvolvido e apurado, conseguir chegar a uma conclusão sensata sobre um fato e até mesmo sobre alguém é extremamente simples. Criar uma realidade alternativa de vez em quando é legal pra poder fugir de algumas coisas, mas do mesmo modo que você a projeta, ela pode acabar lhe engolindo. Posso afirmar que uso dessas artimanhas para algumas coisas. É engraçado, agora que uma fase da minha vida acabou fico me imaginado como vai ser daqui pra frente, não verei mais muita gente e também não serei mais o mesmo cara de sempre. E agora? Em que eu vou me transformar? Palavras difíceis e prolixas sempre complicam o meio de campo, acho que devo deixar de fazer isso tantas veze...
Mais um dia como outro qualquer, abro os olhos com uma preguiça descomunal de levantar, olho o relógio, vejo as horas e percebo que a persiana estava muito aberta, tanto que o sol me presenteia com a minha pequena dose de bronze matinal indesejada e depois de algum tempo o ventilador é desligado, então me levanto[calor]. Esta tudo sendo como em todos os outros dias, levanta, abre o olho, preguiça, sol, calor, de pé. Mais um dia desinteressante como outro qualquer, fazer as mesmas coisas desinteressantes, comer a mesma comida, vestir as mesmas roupas, olhar para as mesmas pessoas, rir[e chorar] pelas mesmas coisas, amar[e odiar] idem. Não reclamo de minha vida monótona, só conclui que ela anda monótona demais. E você não me venha dar um sermão de que existem pessoas com muito menos do que eu e estão sempre com um aspecto sorridente ou que tem gente que cata lixo pra poder sobreviver e qualquer outra coisa do tipo, você acha que eu não sei? vou deixar a modéstia um pouco de lado e di...
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Como eu já disse algum dia, esse é o meu X-tudo com bastante catchup e pimenta, saboroso para uns e repugnante para outros, mas o que eu posso fazer em relação a isso? só posso, por hora, oferecer-lhe um pedaço e se você não quiser será uma pena. Bem, metáforas a parte isso aqui é mais pra dizer um feliz dia de qualquer coisa pra você que estiver lendo, afinal somos todos assim, com nossas próprias caracteristicas as quais nos tornam[ou não] únicos, e tá tudo passando tão lentamente, não era bem assim que eu imaginava que seria. A conclusão que cheguei é que estou ficando velho, nunca pensei em pensar sobre esse tipo de coisa, mas um dia chegam as lamurias da degeneração mental, sugiro humildemente que você vá fazer alguma coisa mais interessante do que ler isso antes que seja tarde e você tenha que ir dormir pra acordar cedo na manhã seguinte, e depois não diga que eu não avisei. Mas já que você insiste em continuar, continuemos juntos com essa lambuja, pra mim é mais fácil saber se...

Avulso, eu?

O mais difícil é você tentar começar a escrever, embora tenhamos um espaço relativamente aceitável, não dá para se condensar oito anos de estórias em apenas algumas linhas. Minha história não é lá essas coisas, nunca fui popular, não tenho habilidades artísticas, também não sou um aluno quantativamente bom. Poderia ter começado esse texto de uma maneira mais tradicional, mas ai eu não seria eu, uma das primeiras coisas que preciso contar é que decidi não citar nomes nesse texto, não me interpretem mal, de todo eu não sou um completo anti-social, só quero ser justo com aqueles que personagens que passaram pela minha vida, aos quais não lembro o nome, minha memória não é de elefante. Antes de começar a estudar aqui, em minha humilde imaginação, pensava cá eu com meus botões: ”- Se algum dia eu estudar ai minha vida sem dúvida irá mudar” e não é que incrivelmelmente eu estava certo? Para minha maior surpresa foi aqui que eu pude ter o privilegio de estudar com alguns dos m...

Identidade

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"-Olha o filho de []" "-Aquele ali não é o irmão de []?" "-Você conhece o magrelo ali?" "-Ele só fala besteira" "-Vai comer se não tu morre!" "-Quem é esse?" "-Cuidado que ele morde" "-Você tem sérios problemas" "-È otaku , Nerd , Tosco, Lixo, Poser ?" "-È simpático...ou não" "-Aquele cara é MUITO estranho" "-Olha como ele anda, e aquela mochila velha?" "-Acho que já vi essa criatura em algum lugar..." "-Será que ele fala?" A identidad...

Finalmente eu ouvi o que ela disse

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Numa pequena cidade dos Estados Unidos da América, William Miller[não sei o nome do boy ] vive com sua mãe e sua irmã[o pai já tinha morrido], uma criança aparentemente normal, até ele descobrir que foi "adiantado" no colégio, pois sua mãe que é professora universitária considera algumas series como enrrolação na grade curricular,o que faz o nosso jovem herói se formar com apenas 15 anos. Após completar 18 anos de idade, sua irmã sai de casa para se tornar aeromoça , pois considera a mãe muito sufocante[o que realmente ela é oo '], e deixa toda a sua coleção de discos de vinil para o seu irmão "abrir a sua mente", como ela mesma diz, e fugir das opressões da sua mãe. Fã do Stillwater , uma banda de rock aos pés do estrelato , William começa a mandar alguns de seus artigos para o editor da revista " Cream ", o Laster Bangs [ Philip Seymour Hoffman ], o que acaba se tornado seu amigo; Depois o nosso jovem herói recebe o convite irrecusável d...